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31/05/2012 - 12h50 CPIs - Cachoeira - Atualizado em 31/05/2012 - 18h34

CPI será conduzida com o rigor necessário, diz Vital do Rêgo

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Iara Guimarães Altafin

Após reunião desta quinta-feira da CPI mista do Cachoeira, que terminou em discussão entre parlamentares por causa da decisão de Demóstenes Torres (sem partido-GO) de exercer o direito de permanecer em silêncio, o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), disse que usou o rigor necessário na condução dos trabalhos.

Vital do Rêgo liberou Demóstenes Torres e encerrou a reunião, pondo fim a uma discussão entre o deputado Silvio Costa (PTB-PE), que considerou “hipocrisia” o silêncio do parlamentar goiano, e o senador Pedro Taques (PDT-MT), que defendeu o direito constitucional do acusado.

– A liberação de Demóstenes foi um ato padrão da CPI. Aqueles que não falam são imediatamente liberados. Atendi a uma questão de ordem do senador Pedro Taques para cumprir o que vinha sendo feito com outros depoimentos – disse, ao ser questionado por jornalistas.

O senador reconheceu que o clima na CPI nesta quinta-feira “saiu do tom das discussões que devem existir nas relações parlamentares”, mas afirmou que o episódio não afetará a continuidade dos trabalhos.

– Sempre vai ter, na minha presidência, medidas para dar o tom necessário, o rigor necessário, a postura necessária. Não somos infalíveis e aquilo que não tiver dentro do padrão, será colocado em ordem.

Conforme declaração do presidente da CPI, todos os requerimentos na agenda poderão ser votados na próxima reunião administrativa. Vital do Rêgo lembrou que a comissão já votou 300 requerimentos e aprovou pedidos de transferência de mais de 70 sigilos, tendo ainda para exame uma gama de informações disponibilizadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coafi).

Sobre a suspensão do depoimento de Carlinhos Cachoeira, marcado para esta quinta-feira no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Goiânia, Vital disse ser “uma manobra da defesa”, mas assegurou que o contraventor será reconvocado a falar à CPI tão logo preste informações à Justiça de Goiás.

Agência Senado

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

 
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